O malware se instala não
somente no próprio dispositivo como também pode enviar arquivos
maliciosos aos dispositivos próximos via Bluetooth e, remotamente,
realizar comandos no console do smartphone. Entre os golpes aplicados
estão o envio de mensagens para os chamados números premium e o download de outros arquivos maliciosos.
Apesar da forma como esse malware, o
que chama mais a atenção é a dificuldade que o usuário pode ter para
remover o arquivo malicioso do dispositivo. A única chance é de
deletá-lo no momento seguinte à infecção. Caso o vírus consiga explorar a
vulnerabilidade do Android e assuma papel de administrador, o processo
será bem complicado.
“Uma característica deste trojan é que a
aplicação maliciosa não pode ser deletada após ganhar previlégio de
administrador, o que ele faz explorando uma vulnerabilidade ainda
desconhecida no Android”, diz Roman Unuchek, um dos experts do Kaspersky
Lab por trás da pesquisa.
A companhia diz que já informou
o Google sobre vulnerabilidade em questão. Felizmente, o vírus ainda não
se espalhou tanto. Somente cerca de 0,15% das infecções por malware no
Android foram causadas pelo trojan “Backdoor.AndroidOS.Obad.a”.
Fonte: Tech Tudo
www.alvinhopatriota.com.br
Postado por San Produções & Eventos

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